Revista Reformador

Escolha correta

A vida é feita de escolhas e, a cada uma delas, o ser humano se responsabiliza pelas suas consequências.

Nestes momentos de transição, enquanto a regeneração se instala gradativamente, as opções têm que ser corretas, a fim de que se usufrua a colheita exitosa no futuro que será de paz.

Entretanto, se as escolhas forem equivocadas por estarem fundamentadas no egocentrismo, no personalismo, no egoísmo, na vaidade, na ganância, no poder, ou seja, nas inferioridades que ainda coexistem na intimidade, certamente as consequências,  colheitas obrigatórias, não acontecerão no Mundo regenerado, por incompatibilidade.

Dessa forma, atualmente, todos indistintamente encontram-se em uma encruzilhada, tendo que fazer a escolha do caminho correto, para não colher experiências expiatórias.

Por isso, faz-se necessário o discernimento, a prudência, o bom senso, a vigilância, antes das opções serem demandadas pela livre determinação individual.

Quem planta colhe, é da Lei, e a colheita em mundo regenerado não se coaduna com escolhas equivocadas no presente contexto.

Só há um caminho a escolher, portanto, único e irrevogável, conhecido desde há dois mil anos, quando anunciado pelo Modelo e Guia da Humanidade, Jesus, o Cristo de Deus.

“Eu sou o Caminho, e a Verdade, e a Vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João, 14:6).

“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não anda em treva, mas terá a luz da vida” (João, 8:12).

Assim Ele afirmou, assim Ele praticou suas palavras na vivência do Amor, como jamais havia sido visto ou observado na face da Terra.

Somente se sairá das trevas da ignorância, seguindo a sua luz, despojando-se das próprias sandálias para calçar as d’Ele, e para isso faz-se indispensável amar e instruir-se, conforme orientado pelo  Espírito de Verdade.

O estudo sério da Doutrina Espírita conduz seus adeptos à convicção e esta possibilita escolhas acertadas, porque estão fundamentadas na mensagem cristã.

Não cabe mais repetir equívocos depois que a convicção espírita se instala na consciência. O grande desafio é a destruição das imperfeições que ainda coexistem,  enquanto se desenvolve as virtudes latentes.

O caminho a ser seguido diante da encruzilhada é, sem dúvida, o indicado por Ele, o Mestre Nazareno: “Amar ao próximo como a si mesmo” (Mateus, 22:39), Lei Áurea e guia para o livre-arbítrio balizar a escolha de forma equilibrada, segura, ponderada e, sobretudo, acertada em quaisquer circunstâncias.