Revista Reformador

O maior desafio

As dificuldades ou desafios são oportunidades para o crescimento, desde que vencidos. Toda vez que surgem, dois caminhos podem ser seguidos: um, que conduz ao pessimismo ou à incapacidade de vencê-los, com base em fatores que a autoanálise assim delibera; outro, que conduz ao enfrentamento com o olhar de confiança perante uma oportunidade de crescimento intelecto-moral.

Como a existência é plena de desafios, a todo instante defronta-se com eles em maior ou menor intensidade. Todos, indistintamente, convivem com a incapacidade de vencê-los ou a coragem de encará-los como oportunidade.

Dentre as dificuldades que se apresentam há uma que persiste há mais de dois mil anos como uma Boa-Nova que esclarece e consola, mas, infelizmente, poucos são e foram os que a viram como uma oportunidade de roteiro a ser seguido.

Por isso, Jesus ainda é o maior desafio. No entanto, pacientemente, aguarda que a Humanidade sintonize com Ele. O paternal Dr. Bezerra, no livro Jesus e nós, capítulo IX afirma: Jesus é Amor, e aquele que ame, mesmo que o não conheça, está com o seu psiquismo, e se o co nhece, está em sintonia com Ele.

Jesus é o maior obstáculo a ser vencido, porque o amor por Ele testemunhado e o manda mento que exarou para que nos amemos uns aos outros ainda não são praticados.

Vencer essa dificuldade é tomar o Evangelho de Jesus como roteiro de vida e isto significa aceitar seu convite regenera dor das próprias imperfeições, deixar o velho pela aquisição de novos hábitos representados pelas atitudes de amor que se é capaz de vivenciar.

O momento é o mais apropriado para a exemplificação do amor ensinado por Jesus e para segui-lo como guia e modelo das ações empreendidas.

Quando esse desafio for vencido, certamente a custo de sacrifícios, a Humanidade estará trilhando o caminho único para a fraternidade universal; a autoiluminação e a prática da caridade, conforme Ele nos ensinou: benevolência, indulgência e perdão das ofensas.

Até lá, cabe aos que já conhecem Jesus e o amam dar os seus testemunhos de ver dadeiros cristãos nestes dias de transição para um mundo regenerado, a ser herdado pelos brandos e mansos de coração.

Para os que amam Jesus, Ele não é mais desafio, mas um guia e modelo perfeito a ser seguido e o seu Evangelho roteiro de vida a ser conhecido, meditado, sentido e vivido em atitudes de amor, a fim de que estas sejam verdadeiros evangelhos de feitos.

Como espíritas cristãos, sejamos nós, pois, os testemunhadores da Boa-Nova de Jesus.