É chegada a hora…
Ao longo dos séculos a Humanidade exerceu suas ações em busca da paz utilizando-se de conflitos, tanto nas relações interpessoais, como entre nações.
Nesse aspecto, nada evoluiu no decorrer dos tempos e das gerações até a atualidade, mesmo tendo estado entre nós o exemplo inigualável de pacificação que dividiu a História em antes e depois de seus inigualáveis exemplos de evangelhos de feitos, Jesus.
Ele, o Divino Amigo, falou e fez.
Legou à Humanidade o exemplo do verdadeiro amor como caminho à felicidade.
Ensinou e testemunhou:
• Que se deve amar tanto, a ponto de não se distinguir o adversário do amigo; e
• Que se deve perdoar muito, de tal forma, que não se diferencie o malfeitor do benfeitor.
Sublime legado a ser conquistado pela Humanidade, um desafio a ser vencido.
No entanto, fica a questão: Isso é possível?
Para o discípulo sincero e fiel ao Guia e Modelo da Humanidade, não é demasiado, pois foi o que fez Jesus, a fim de legar a todos, em forma de lição viva, os ensinos que proferiu ao longo de sua vida pública para deixar o exemplo puro de que é possível, desde que haja coragem, fidelidade e ensejo de praticar o Bem.
Jamais a Humanidade necessitou tanto do amor dito e feito por Jesus, que permanece, pacientemente, aguardando o despertar das consciências para a vivência da Lei Maior.
Se, há mais de dois mil anos, após o verdadeiro amor ter sido vivido na face da Terra pelo inigualável exemplo de pacificação, a Humanidade ainda permanece agindo com as mesmas práticas em busca da paz, sinal de que ainda não evoluiu adequadamente, com equilíbrio. Pois há um desbalanço entre o desenvolvimento tecnológico e científico e o intelecto-moral, cujas consequências são os conflitos de toda ordem verificados na atualidade.
Somente a educação moral, ou seja, a aquisição de hábitos novos que aperfeiçoe o senso moral e abrande os costumes fará com que a verdadeira paz, que não é exógena à criatura, porque está dentro de si, será capaz de instalar a pacificação na face da Terra.
É chegada a hora, portanto, de a Humanidade sair da sonolência milenar para o despertar nesta madrugada de uma era nova, a convidar todos que ensejam a renovação de hábitos, a regeneração das atitudes más em atitudes de amor, a fim de, desde já, se candidatarem a herdeiros da Terra como bem-aventurados, porque Ele, Jesus, o Divino Amigo, já advertiu que somente herdarão a Terra os mansos e brandos de coração.