O pedido do Pai
A voz suave e melodiosa do Divino Amigo fez soar na atmosfera terrestre pela primeira vez a revelação: Pai Nosso!
Ao ensinar como devemos orar, inicia com o louvor ao Criador, Pai de todas as criaturas, deixando, a partir de então, o legado de uma mensagem imorredoura de que somos filhos do mesmo Pai, portanto, irmãos em Humanidade.
Durante sua vida pública demonstrou com clareza, para não deixar dúvidas, que estava entre nós para cumprir o compromisso que assumiu com Deus.
Patenteou de maneira evidente, pelo testemunho, a sua fidelidade ao Pai, as Leis Divinas, demonstrando que sábio é todo aquele que se mantém fiel à Lei do Pai, e sabedoria é envidar esforços para vivenciar a Lei pelo testemunho.
Ele foi, é, e continuará sendo sempre o paradigma, o exemplo, o Guia e Modelo de sabedoria, porque é o mais perfeito exemplo da aplicação da Lei do Senhor.
Graças à revelação de Jesus, já não há dúvidas de que Deus é Pai Amoroso e Bom, portanto, Amor.
Deus é Amor puro e sua criação a expressão da sua amorosidade.
O que, então, o Pai pede às criaturas?
Como a sua bondade é infinita, fez chegar até nós o exemplo inigualável de Amor, jamais visto na face da Terra, a fim de que servisse à eternidade de modelo e guia à resposta a seu pedido.
Infelizmente, ainda, a maioria da Humanidade tem respondido ao ensejo do Pai de forma equivocada, corrompida, por ter se afastado da Lei Maior.
O fato é que, devido às escolhas malbaratadas e afasta das da Lei de Amor, as consequências têm sido compatíveis com a dor e o sofrimento que acometem individualmente e coletivamente a Humanidade.
Desse modo, recorramos ao benfeitor espiritual, mentor do saudoso Chico Xavier, para nos esclarecer sobre o que o Pai, Amoroso e Bom, pede a todos nós. No livro Encontro marcado, capítulo 16 – Deus e nós, edição da FEB Editora, assim se expressa Emmanuel:
Deus é Amor. Em vista de semelhante verdade, Ele te pede que ames o próximo, de tal maneira que te transfigures em mensagem viva de compreensão e socorro fraternal a cada irmão da Humanidade que te partilhe a experiência.
Sejamos nós, portanto, os que cumprem o pedido do Pai, por amarmos indistintamente o nosso próximo, transfigurando-nos em mensageiros vivos do seu pedido.