A consciência da morte e o fluxo da vida
“‘Ser ou não ser?’ Eis a grande, a eterna questão, formulada
pelos filósofos, os pensadores, os pesquisadores de
todos os tempos e de todas as crenças. […]”¹
J. Carlos Silveira*
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Resumo
A consciência da morte e o fluxo da vida representam o grande paradoxo da existência humana na Terra. Esse paradoxo pode ser identificado sob dois aspectos fundamentais: 1) Somos conscientes da própria finitude; temos, no entanto, a dinâmica ininterrupta da vida expandindo-se do fulcro do ser. 2) Com partilhamos a consciência da mortalidade; reagimos, porém, de forma diversificada ante essa consciência, permitindo, ou não, que o temor da morte ameace nossos dias. O Espiritismo elucida, satisfatoriamente, a natureza desse intrigante paradoxo.
Palavras-chave
Consciência da morte; fluxo da vida; paradoxo; temor da morte; Espiritismo.
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A consciência da morte é uma característica do ser humano terreno: todos nós sabemos que um dia a morte virá. Esse discernimento de nossa condição mortal gera, frequentemente, ansiedade e temor, influenciando os meandros de nossas escolhas e os padrões de nossa conduta.
Segundo Piaget, a consciência da morte aparece no estágio pré-operacional do pensamento infantil (2 a 7 anos), revelando-se a morte, aí, como algo fragmentário e mágico, sem o sentido próprio de extinção da existência. Ao entrar no período das operações concretas (7 a 11 anos), no entanto, a criança já consegue perceber o caráter irreversível do fenômeno e também sua universalidade, compreendendo que tudo o que vive morre. Na fase das operações formais (a partir dos 11 anos), enfim, a morte adquire seu real significado e a criança, ou o adolescente, passa a vê-la como término natural da vida.²
O Espírito André Luiz, ao narrar o processo de reencarnação de Segismundo, lança a luz do conhecimento espiritual sobre as conclusões do renomado psicólogo. Após a primeira fase desse processo, o mentor Alexandre, que o conduzia, declara:
– Está pronto o serviço de reencarnação inicial. O trabalho completo, com a plena integração de nosso amigo nos elementos físicos, somente se verificará de agora a sete anos!³
A explicação de Alexandre, localizando o ajuste completo do Espírito ao corpo aos 7 anos, coincide com o entendimento de Piaget de que é a partir dessa idade que a criança concebe a morte como um processo inalterável e universal. Isso porque, ao se adequar totalmente ao corpo, o Espírito perde a memória de seu pretérito, passando a entender a vida dentro dos limites de sua nova personalidade humana⁴.
É como esclarece o Espírito Emmanuel:
Tomando um novo corpo, a alma tem necessidade de adaptar-se a esse instrumento. […] Os neurônios desse novo cérebro fazem a função de aparelhos quebradores da luz; o sensório limita as percepções do Espírito, e, somente assim, pode o ser reconstruir o seu destino. […]⁵
Todavia, a memória integral não desaparece. A consciência do Espírito encarnado – conforme também afirma Emmanuel – “[…] é apenas a parte emergente da sua consciência espiritual; seus sentidos constituem apenas o necessário à sua evolução no plano terrestre. […]”⁶. Léon Denis se expressa no mesmo sentido: “O nosso ‘eu’ ordinário, superficial, limitado pelo organismo, não parece ser mais do que um fragmento do nosso ‘eu’ profundo. Neste está registrado um mundo inteiro de fatos, de conhecimentos, de recordações referentes ao longo passado da alma. […]”⁷ Essas “[…] reservas [continua Denis] permanecem latentes, como que sepultadas por baixo do invólucro material; reaparecem no estado de sonambulismo. […]”⁸. Com efeito,
“No sonambulismo [assinalam os Instrutores de Allan Kardec] o Espírito está na posse plena de si mesmo. Os órgãos materiais, achando-se de certa forma no estado de catalepsia, não mais recebem as impressões exteriores. […]”⁹.
A respeito do sonambulismo, vale salientar o interessante testemunho de Kardec de que nunca observara “[…] um único sonâmbulo que não se mostrasse imbuído de profundo sentimento religioso, fossem quais fossem suas opiniões no estado de vigília”¹⁰. E isso é de total coerência pois, no âmago do ser, o Espírito conhece sua verdadeira natureza de criatura de Deus¹¹.
Pode-se afirmar, entretanto, que não é só no sonambulismo que a consciência espiritual se manifesta.
Todos os casos de desdobra mento da personalidade, todos os fenômenos de clarividência, telepatia, premonição, aparecimento de sentidos novos e de faculdades desconhecidas, todo esse conjunto de fatos, cujo número aumenta e constitui já um grandíssimo amálgama, deve ser atribuído à intervenção das forças e recursos da personalidade oculta.¹²
Gustave Geley denomina essa personalidade interna ser subconsciente, desdobrando-o em duas perspectivas: a subconsciência inferior, efeito do automatismo dos centros nervosos, e a subconsciência superior, estranha às funções orgânicas¹³. No subconsciente superior, então, é que estariam todos os conhecimentos adormecidos e, ainda, as faculdades consideradas transcendentais da individualidade espiritual, tais como a ação a distância, a transmissão de pensamento, a organização e a desorganização da matéria, a lucidez¹⁴.
No que tange às manifestações do eu profundo indicando lembranças de existências passadas, desponta, entre outras pesquisas, o excelente trabalho de regressão de memória, do coronel Albert de Rochas, descrito em sua obra As vidas sucessivas¹⁵ – um marco nas investigações psíquicas. O coronel de Rochas utilizava hipnose para realizar a regressão em seus sensitivos.
Hoje, a regressão de memória é obtida, geralmente, por meio da terapia de vidas passadas (TVP): uma abordagem terapêutica para acessar o inconsciente, acordando reminiscências de períodos anteriores ao nascimento¹⁶. A TVP nem sempre usa a hipnose, preferindo técnicas alternativas, tais como relaxa mento consciente, meditação e outras terapias holísticas. Nesses casos, o paciente mantém total consciência e controle sobre a situação.
Não se podem desconsiderar, ainda, no contexto das expansões da consciência espiritual, as experiências de quase-morte (EQM), relata das por pessoas clinicamente mortas e posteriormente reanimadas¹⁷, nem, mais modernamente, as pesquisas sobre a chamada morte lúcida: um breve período de clareza mental antecedente à morte biológica irreversível, atestado não apenas por relatos de pacientes, mas também por registros objetivos de aparelhos médicos que mostram a atividade cerebral organizada, como o eletroencefalograma (EEG)¹⁸.
Cumpre ressaltar que, mesmo no estado de vigília, o eu profundo pode se desprender com certa clareza. É o caso das recordações de existências anteriores, de que são exemplos as de personalidades famosas – Pitágoras, Lamartine e Victor Hugo, entre outras – e as apresentadas por inúmeras crianças¹⁹. Especificamente sobre as lembranças infantis de pregressas reencarnações, duas obras surgem de vultosa importância: Vinte casos sugestivos de reencarnação²⁰, assinada por Ian Pretyman Stevenson, e Vida pretérita e futura – 25 anos de estudos sobre a reencarnação, de autoria de Hemendra Nath Banerjee²¹.
Acresça-se que somos capazes de ouvir, partindo da alma, intensos e indecifráveis apelos da vida em sublimes abstrações. Isso ocorre em momentos fugazes do cotidiano, mas se apresentam expressivos enquanto duram. Léon Denis fala sobre essa preciosa introspecção:
Em certas horas de nossa vida, quando nos morre nossa mãe, quando se desmorona uma esperança ardentemente acariciada, quando se perde a mulher, o filho amado, de cada vez que se despedaça um dos laços que nos ligavam a este mundo, uma voz misteriosa eleva-se nas profundezas de nossa alma, voz solene que nos fala de mil leis augustas, mais veneráveis que as da Terra e entreabre-se todo um mundo ideal. […]²²
Mas infelizmente – e é o próprio Denis quem observa –, “[…] os ruídos do exterior abafam-na [essa voz misteriosa] bem depressa e o ser humano recai quase sempre em suas dúvidas, em suas hesitações […]”²³.
Importa considerar que o fluxo da vida, seja se espraiando no inconsciente, seja se fazendo perceptível à consciência imediata, integra nossa individualidade espiritual, influenciando, portanto, nossas emoções. Apesar da pujança dessa influência, a sombra da morte espreita nossos dias – isso é um fato –, trazendo, para muitos, não só a ansiedade existencial, mas o temor – não raro, verdadeiro pavor − do próprio aniquilamento.
Referindo-se a esse temor, esclarece Kardec:
O temor da morte é um efeito da sabedoria da Providência e uma consequência do instinto de conservação comum a todos os seres vivos. Ele é necessário enquanto o homem não estiver suficientemente esclarecido sobre as condições da vida futura, como contrapeso ao arrastamento que, sem esse freio, o levaria a deixar prematuramente a vida terrena e a negligenciar o trabalho que deve servir ao seu próprio adiantamento. […]²⁴
Após a chegada do Espiritismo, as informações sobre a vida futura passaram a ser livremente compartilhadas com todos aqueles que se abrem para recebê-las. E são os próprios habitantes do mundo espiritual que vêm descortinar as condições de Além-Túmulo²⁵. Em consequência, parece lógico supor que os que acolhem tais ensinos – os espíritas, em particular – não deveriam temer a morte. Assim, afirma Kardec:
[…] É por isso que os espíritas encaram a morte calma mente e se mostram serenos nos seus últimos momentos sobre a Terra. Já não é apenas a esperança que os conforta, mas a certeza; sabem que a vida futura é a continuação da vida presente em melhores condições e aguardam-na com a mesma confiança com que aguardariam o nascer do Sol após uma noite de tempestade. […]²⁶
Sem embargo do bom senso desse pensamento, seria válido indagar se ele abrangeria a generalidade dos espíritas.
Em O evangelho segundo o espiritismo, ao tratar dos bons espíritas, o Codificador assevera que o Espiritismo deve ser, acima de tudo, sentido²⁷. Por isso – diz ele –, muitos admitem a veracidade das comunicações dos Espíritos sem, no entanto, perceber a amplitude dos ensinos morais que elas contêm, ou, então, desconsideram a necessidade de viver de acordo com esses princípios²⁸. É o apego à matéria que lhes impossibilita a visão; a existência dos Espíritos se torna, para eles, uma realidade sem força para influir na mudança de seu comportamento²⁹. “São os espíritas imperfeitos […]”³⁰ – registra Kardec. E acrescenta:
Aquele que pode ser, com razão, qualificado de espírita ver dadeiro e sincero, se acha em grau superior de adiantamento moral. O Espírito, que nele domina a matéria de modo mais completo, dá-lhe uma percepção mais clara do futuro; os princípios da Doutrina lhe fazem vibrar as fibras que nos outros se conservam inertes. Numa palavra: é tocado no coração, daí por que é inabalável a sua fé. […]³¹
Afigura-se racional dizer, por conseguinte, que os espíritas verdadeiros e sinceros, empregando sua vontade para desligar-se dos horizontes limitados da existência física³², não devem temer a morte. Entretanto, nunca é demais res saltar: a ausência de medo da morte não é, em absoluto, uma prerrogativa dos espíritas.
A morte [dizem os Instrutores da Codificação] não inspira ao justo nenhum temor, porque, com a fé, ele tem a certeza do futuro; a esperança o faz esperar por uma vida melhor; e a caridade, a cuja lei obedece, lhe dá a segurança de que não encontrará, no mundo em que terá de ir, nenhum ser cujo olhar ele deva temer.³³
Certamente o mesmo não se dá com os que passam a existência apegados aos estímulos dos órgãos sensoriais e às recompensas mundanas – independentemente de terem, ou não, rótulos religiosos. Esses, quase sempre, vivem perseguidos pela ameaça da morte, pressagiando a destruição dos valores efêmeros que teimam em cultivar.
Conforme enfatiza Emmanuel, a morte só não há de trazer perturbações “[…] à consciência reta e ao coração amante da verdade e do amor dos que viveram na Terra tão somente para o cultivo da prática do bem, nas suas variadas for mas e dentro das mais diversas crenças”³⁴. É que as criaturas inteiramente voltadas para o bem não possuem motivos de temor, visto que a integridade de sua consciência lhes garante a compreensão antecipada da vida espiritual³⁵. Essas pessoas costumam ser movidas mais por um sentimento de serena confiança do que, propriamente, pelo raciocínio: são, simplesmente, almas puras, expressando as virtudes que lhes formoseiam o modo de ser.
Em O céu e o inferno, encontramos um emocionante caso desses Espíritos elevados. Trata-se de Marcel: um menino de 8 a 10 anos. Seu corpo doente – de magreza extrema e coberto de chagas – era totalmente contorcido, fazendo com que as pernas, arqueadas, atingissem o pescoço. Esse atroz sofrimento já se dilatava por quatro anos. Apesar do deplorável estado físico, Marcel transmitia a resignação de uma alma nobre e, igualmente, uma aguçada inteligência, que apreciava as coisas com espantosa exatidão para sua idade. Ao desencarnar, seus últimos pensamentos se voltaram para Deus e para o médico atencioso que dele cuidou.³⁶
Como se vê, todas as ponderações expendidas levam ao natural entendimento de que vivenciamos um grande paradoxo: enquanto a consciência imediata fixa o rumo da morte, provocando em nós diferentes reações quanto ao temor da própria finitude, a consciência profunda, refletindo nossa individualidade espiritual, sustenta a prevalência da vida. Essa contradição aparente é consequência da realidade do Espírito, que, ao se unir ao corpo, no processo da reencarnação, perde a consciência de sua natureza singular, restringindo-se aos limites de sua personalidade humana. A individualidade espiritual, entretanto, não se apaga – mantém, quanto possível, suas múltiplas expressões de vida. Compreende-se, desse modo, que o Espiritismo desvenda, afinal, o desconcertante paradoxo entre a consciência da morte e o fluxo da vida – paradoxo que todos nós somos compelidos a sofrer no planeta.
Posta essa conclusão sobre o deslinde de nosso paradoxo, resta-nos o vislumbre de um futuro promissor, quando a Terra, libertando-se de seu estágio expiatório, revestirá a túnica fluídica dos orbes puros. Nessa época de festim nupcial com o Cristo, afastada será a ideia de qualquer paradoxo entre a morte e a vida, porque o fremir incessante e consciente da vida expulsará para sempre o aflitivo e doloroso espectro da morte.
N.A.: Membro do Conselho Superior da FEB. Articulista da revista Reformador. Tradutor dos livros da FEB Editora: A história do espiritualismo, de Arthur Conan Doyle, e O elo perdido, de Leah Fox – Brasília (DF).
REFERÊNCIAS:
¹ FLAMMARION, Camille. A morte e seu mistério. vol. I. 16. ed. 1. reimp. Brasília, DF: FEB, 2008. cap. I – Pode ser atualmente resolvido o maior dos problemas?
² OLIVEIRA, M. M.; SANTOS, M. A. A representação da morte na infância: uma revisão. In: Psicologia em Estudo, Maringá, v. 23, n. 1, p. 25 a 35, 2018.
³ LUIZ, André (Espírito). Missionários da luz. Psicografado por Francisco Cândido Xavier. 45. ed. 13. imp. Brasília, DF: FEB, 2020. cap. 14 – Proteção.
⁴ KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 4. ed. 14. imp. Brasília, DF: FEB, 2024. q. 392.
⁵ EMMANUEL (Espírito). Emmanuel. Psicografado por Francisco Cândido Xavier. 28. ed. 9. imp. Brasília, DF: FEB, 2020. cap. 14 – A subconsciência nos fenômenos psíquicos, it. 14.2 O olvido temporário.
⁶ EMMANUEL (Espírito). Emmanuel. Psicografado por Francisco Cândido Xavier. 28. ed. 9. imp. Brasília, DF: FEB, 2020. cap. 14 – A subconsciência nos fenômenos psíquicos, it. 14.2 O olvido temporário.
⁷ DENIS, Léon. O problema do ser do destino e da dor. 32. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 1a pt. O problema do ser, cap. IV – A personalidade integral.
⁸ DENIS, Léon. O problema do ser do des tino e da dor. 32. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 1a pt. O problema do ser, cap. IV – A personalidade integral.
⁹ KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 4. ed. 14. imp. Brasília, DF: FEB, 2024. q. 425.
¹⁰ KARDEC, Allan. Obras póstumas. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 7. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 1a pt., cap. Causa e natureza da clarividência sonambúlica, it. Explicação do fenômeno da lucidez.
¹¹ KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 4. ed. 14. imp. Brasília, DF: FEB, 2024. q. 76 e 81.
¹² DENIS, Léon. O problema do ser do destino e da dor. 32. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 1a pt. O problema do ser, cap. IV – A personalidade integral.
¹³ GELEY, Gustave. O ser subconsciente. Trad. Gilberto Campista Guarino. 3. ed. 2. reimp. Brasília, DF: FEB, 2011. 1a pt. Estudo dos fatos obscuros da psicologia normal e anormal. Ensaio de síntese explicativa, cap. 4 – Teoria sintética da psicologia segundo as novas noções, it. 1 Concepção geral dos fenômenos psicológicos. Os dois psiquismos. Sua natureza e seu papel, p. 151.
¹⁴ GELEY, Gustave. O ser subconsciente. Trad. Gilberto Campista Guarino. 3. ed. 2. reimp. Brasília, DF: FEB, 2011. 1a pt. Estudo dos fatos obscuros da psicologia normal e anormal. Ensaio de síntese explicativa, cap. 3 – Interpretação das hipóteses novas: Exteriorização. Subconsciência Superior, it. 1 Relações da “Exteriorização” e da hipótese “Subconsciência Superior”, p. 131.
¹⁵ DE ROCHAS, Albert. Le Vies successives, publicado em 1911.
¹⁶ MORRIS, Netherton, Past lives therapy (Vidas passadas em terapia). WEISS, Brian L., Many lives, many masters (Muitas vidas, muitos mestres).
¹⁷ MOODY JR., Raymond A., Life after life (Vida depois da vida). LOMMEL, Pim van, Consciousness beyond life (Consciência além da vida). KÜBLER-ROSS, Elisabeth, On death and dying (Sobre a morte e o morrer).
¹⁸ NAHM, Michael; et al. Terminal lucidity: a review and a case collection. In: Jour nal of Nervous and Mental Disease, 2009.
¹⁹ DENIS, Léon. O problema do ser do destino e da dor. 32. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 2a pt. O problema do destino, cap. XIV – As vidas sucessivas. Provas experimentais. Renovação da memória.
²⁰ STEVENSON, Ian. Twenty cases suggestive of reincarnation. University Press of Virginia, 1974.
²¹ BANERJEE, H. N. The once and future life: an astonishing twenty-five-year study on reincarnation. Dell Publishing Co., 1979.
²² DENIS, Léon. O problema do ser do destino e da dor. 32. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 3a pt. As potências da alma, cap. XXIV – A disciplina do pensamento e a reforma do caráter.
²³ DENIS, Léon. O problema do ser do destino e da dor. 32. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 3a pt. As potências da alma,
²⁴ KARDEC, Allan. O céu e o inferno. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 4. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 1a pt., cap. 2, it. 2.
²⁵ KARDEC, Allan. O céu e o inferno. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 4. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 1a pt., cap. 2, it. 2.
²⁶ KARDEC, Allan. O céu e o inferno. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 4. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 1a pt., cap. 2, it. 2.
²⁷ KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2023. cap. 17, it. 4.
²⁸ KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2023. cap. 17, it. 4.
²⁹ KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2023. cap. 17, it. 4.
³⁰ KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2023. cap. 17, it. 4.
³¹ KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2023. cap. 17, it. 4 [grifo nosso].
³² KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 15. imp. Brasília, DF: FEB, 2023. cap. 17, it. 4.
³³ KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 4. ed. 14. imp. Brasília, DF: FEB, 2024. q. 941.
³⁴ EMMANUEL (Espírito). O consolador. Psicografado por Francisco Cândido Xavier. 29. ed. 12. imp. Brasília, DF: FEB, 2021 q. 150.
³⁵ KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 4. ed. 14. imp. Brasília, DF: FEB, 2024. q. 918.
³⁶ KARDEC, Allan. O céu e o inferno. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 4. imp. Brasília, DF: FEB, 2022. 2a pt., cap. 8, it. Marcel, o menino do n.º4